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1942. Lázaro Silva e Zé da Donana vão a um cassino em Bragança Paulista. Zé da Donana entra, Lázaro Silva é barrado. | 1942. Lázaro Silva e Zé da Donana vão a um cassino em Bragança Paulista. Zé da Donana entra, Lázaro Silva é barrado. | ||
- O senhor não pode entrar, que o senhor está sem gravata - diz o porteiro. | - O senhor não pode entrar, que o senhor está sem gravata - diz o porteiro. | ||
Lázaro Silva tira o sapato e a meia vermelha. Passa a meia pelo pescoço, dá o nó e ajeita o paletó. | Lázaro Silva tira o sapato e a meia vermelha. Passa a meia pelo pescoço, dá o nó e ajeita o paletó. | ||
- Assim está bom? - pergunta para o porteiro. | - Assim está bom? - pergunta para o porteiro. | ||
- O senhor, hem? O senhor, hem? Faça-me o favor! | |||
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Lázaro Silva entrou no cassino. | Lázaro Silva entrou no cassino. | ||
(*) Noel Rosa, Cem mil réis, 1936. | (*) '''Noel Rosa''', ''Cem mil réis'', 1936. | ||
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Edição das 14h39min de 19 de outubro de 2015
1942. Lázaro Silva e Zé da Donana vão a um cassino em Bragança Paulista. Zé da Donana entra, Lázaro Silva é barrado.
- O senhor não pode entrar, que o senhor está sem gravata - diz o porteiro.
Lázaro Silva tira o sapato e a meia vermelha. Passa a meia pelo pescoço, dá o nó e ajeita o paletó.
- Assim está bom? - pergunta para o porteiro.
- O senhor, hem? O senhor, hem? Faça-me o favor! Faça-me o favor!
Lázaro Silva entrou no cassino.
(*) Noel Rosa, Cem mil réis, 1936.
